terça-feira, 18 de setembro de 2012

Artes:Marcel Duchamp

                           Marcel Duchamp




Marcel Duchamp foi um importante pintor e escultor francês. Nasceu em 28 de julho de 1887 na cidade francesa de Blainville-Crevon e faleceu em 2 de outubro de 1968, na cidade de Nova Iorque. 

É um dos grandes representantes do movimento artístico conhecido como dadaísmo.

- Duchamp, aos 14 anos de idade, pintou suas primeiras obras com grande influência impressionista.

- Aos 16 anos de idade deixou a casa da família e foi morar em Paris com seu irmão. Nesta época, tentou entrou na Escola de Belas Artes, porém foi reprovado no exame. Foi então estudar artes na Academia Julian.


- Em 1913 criou o ready-made (manifestação artística que rompe com o tradicional e pega objetos práticos para transforma-los em obras de arte). Maior exemplo é a obra Fonte, criada em 1917, a partir de um urinol. Porém, sua primeira obra ready-made, Roda de bicicleta sobre um banquinho, foi criada em 1913.

- Em 1920, viajou para Paris e entrou em contato com artistas dadaístas europeus, entre eles André Breton.

- No começo da década de 1920, participou de vários torneios de xadrez, outra área que demonstrava grande interesse, além das artes plásticas.
Principais características do estilo artístico de Duchamp

- Fez várias experimentações artísticas.
- Criou o ready-made, rompendo com o cartesianismo e introduzindo objetos da vida cotidiana no campo das artes plásticas.
- Embora seja considerado um artista dadaísta, trabalhou com vários conceitos artísticos do impressionismo, cubismo e expressionismo.
- Introduziu aspectos intelectuais em suas obras de arte.
Fonte, obra de Duchamp Fonte - obra ready-made de Duchamp de 1917

Principais obras de Duchamp

- Nu descendant un escalier nº 2, 1912-1916
- A grande imagem de vidro, 1915 – 1923
- Roda de bicicleta, 1913
- Fonte, 1917
- Chèque Tzanck, 1919
- L.H.O.O.Q, 1919
- Ar de Paris, 1919
- Porta - garrafas, 1964


Postado por Arthur Alves as 12:49




segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Marcel Duchamp

Marcel Duchamp (Artes)


A influência de Marcel Duchamp na Arte Contemporânea.


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Marcel Duchamp foi um artista que questionou através de seu trabalho o que é uma obra de arte e propôs um novo método para a sua realização: partindo de idéias, ao invés de partir de assuntos do cotidiano.
O fato é que Duchamp nunca foi um artista que atendia às expectativas da época.Começou a produzir no começo do século XX, e com o passar do tempo sua obra adquiriu características irônicas e contestadoras.
Tendo começado sua carreira como pintor, ele realizou obras que tinham características impressionistas, expressionistas e cubistas.


Já nessa época, seu quadro Nu descendo a escada foi mal visto pelos cubistas, que o julgaram uma ironização da proposta cubista.
A obra de Duchamp conservou esse caráter questionador e insatisfeito com os padrões até o ponto em que Duchamp destruiu os padrões existentes até então. Ele fez um tipo de arte que não se enquadrava em nenhuma categoria. Os ready mades não são pintura, gravura e não são esculturas já que ele nem sequer os fez. Com esse ato, de designar um objeto fabricado em série como obra de arte, Duchamp expandiu os horizontes da arte contemporânea. Como disse Luiz Camillo Osório, professor de Estética e História da Arte na UFRJ, do Renascimento até Picasso as transformações artísticas se deram no interior de uma linguagem pictórica, de uma concepção histórica da forma e do objeto artístico. E a partir de Duchamp essa trajetória se alterou e tomou rumos que mudaram completamente a concepção de arte atual.
Como observou Octavio Paz, em seu livro “Marcel Duchamp ou o Castelo da Pureza”, “Picasso tornou visível o nosso século; Duchamp nos mostrou que todas as artes, sem excluir a dos olhos, nascem e terminam em uma zona invisível. À lucidez do instinto opôs o instinto da lucidez: o invisível não é obscuro nem misterioso, mas transparente”.

Marcel Duchamp (Artes)


Marcel Duchamp

É um dos precursores da arte conceitual e introduziu a ideia de ready made como objeto de arte. Irmão de Jacques Villon, de Suzanne Duchamp e Raymond Duchamp-Villon, estes também artistas que gozaram de reputação no cenário artístico europeu, Marcel Duchamp começou sua carreira como artista criando pinturas de inspiração romantista, expressionistae cubista. Dessa fase, destaca-se o quadro Nu descendo a escada, que apresenta uma sobreposição de figuras de aspecto vagamente humano numa linha descendente, da esquerda para a direita, sugerindo a ideia de um movimento contínuo. Esse quadro, na época de sua gênese, foi mal recebido pelos partidários do Cubismo, que o julgaram profundamente irônico para com a proposta artística por eles pretendida.
Essa fase lhe rendeu, ainda, o quadro Rei e rainha rodeados por rápidos nus, que sugere um rápido movimento através de duas figuras humanas, e A noiva, que apresenta formas geométricas bastante delineadas e sobrepostas, insinuando uma figura de proporções humanas. Este último foi bastante utilizado no seu projeto mais ambicioso, de que trataremos a seguir.
Sua carreira como pintor estendeu-se por mais alguns anos, tendo como produto quadros de inegável valor para a formação da pintura abstrata. É, no entanto, como escultor que Duchamp vai atingir grande fama. Tendo se mudado para Nova York e largado a Europanuma espécie de estagnação criativa, Duchamp encontra na América um solo fértil para sua arte dadaísta. Decorrente dessa fase, e em virtude de seus estudos sobre perspectiva e movimento, nasce o projeto para a obra mais complexa do artista: A noiva despida pelos seus celibatários, mesmo ou O grande vidro.
Trata-se de duas lâminas de vidro, uma sobre a outra, onde se vê uma figura abstrata na parte de cima, que seria a noiva, inspirada no quadro acima mencionado, e, na parte de baixo, se percebe uma porção de outras figuras (feitas de cabides, tecido e outros materiais), dispostas em círculo, ao lado de uma engrenagem (retirada de um moinho de café). Essa obra consumiu anos inteiros de dedicação de Duchamp, e só veio a público muito depois do início de sua construção, intercalada, portanto, por uma série de obras. Não se tem um consenso acerca do que representa essa obra, mas diversas opiniões conflitantes, com base em psicologismos e biografismos, renderam e ainda rendem bastante discussão

ARTES


A Arte Contemporânea no Brasil

O Brasil acompanha os movimentos artísticos internacionais com uma menor distância de tempo. Tal qual no exterior, a Arte Contemporânea começa a mostrar-se a partir da década de 50. Na década de 60 surge o Tropicalismo e sua contestação à política vigente através da arte; a década de 70 caracteriza-se pelas noções de conceito e tecnologia a serviço da arte; já na geração 80 produz-se uma arte de caráter festivo e alegre.
Em 20 de outubro de 1951, um acontecimento deu abertura a uma grande movimentação no campo artístico brasileiro, a realização da primeira Bienal de São Paulo que contou com 1.854 obras representando 23 países. Uma proposta de Ciccillo Matarazzo para a realização de uma grande mostra internacional inspirada na Bienal de Veneza.

A década marca também o ressurgimento, do Abstracionismo: Geométrico e Informal. O primeiro propõe a ruptura com a arte figurativa, baseando-se no neoplasticismo de Piet Mondrian. É adotado em São Paulo pelo Grupo Ruptura, em 1952, e no Rio de Janeiro com o Grupo Frente, em 1954. O segundo, não se organiza em torno de grupos e teorias. Na verdade, seu pressuposto básico é a liberdade individual de cada artista para a expressão de sua subjetividade. Inspira-se nas idéias e experiências do pintor Wassily Kandinsky.
O Neo-concretismo foi o movimento das artes plásticas, genuinamente brasileiro, que começa em 1957, no Rio de Janeiro, alguns artistas aliam sensualidade ao Concretismo. Um expoente do movimento é o artista Hélio Oiticica.
Os anos 60 favoreceram o declínio da abstração e o surgimento de uma produção artística que capta o consumo e a comunicação de massa, sugeridos pela influência da Arte Pop americana, além de promover opinião política e a militância por conta da repressão, da censura e pela referência do Tropicalismo.
A arte da década de 70 afasta-se da política e dos problemas sociais. É caracterizada pela emblematização da reflexão, da razão, do conceito e tecnologia. A Exposição Internacional de Arte por Meios Eletrônicos / Arteônica dá abertura à arte tecnológica, realizada com ajuda de computador. A Fundação Nacional de Arte (FUNARTE) é criada nesse período dando grande incentivo à produção artística brasileira.
O momento de transição para a década de 80 foi marcado pela insígnia das diretas já, pela retomada da pintura e pelas mudanças no panorama artístico, marcado por grandes exposições como: Tradição e Ruptura, 1984; A Trama do Gosto, 1987 (organizadas pela Bienal de São Paulo); A Mão Afro-Brasileira, 1988 (organizada pelo Museu de Arte Moderna de São Paulo).
A arte efêmera também é fruto desse momento utilizando os mais diversificados materiais para compor o objeto artístico. Para o poeta, ensaísta e crítico de arte, Ferreira Gullar (agosto,2002),
[...] A arte conceitual não propõe nada. Apenas adotou, como fundamento ideológico, o caráter efêmero que o consumismo impôs à sociedade atual [...] fazer da arte expressão do efêmero é chover no molhado. Efêmeros somos nós mesmos e quase tudo a nossa volta.

A arte contemporânea brasileira dos anos 90 desenvolve características da arte que está sendo feita em outros países, como, por exemplo, fazer o público participar, até mesmo interferir na obra de arte. Atitude apresentada nas diversas feiras internacionais de Artes Plásticas assim como nas diversas bienais.

No Brasil, Adriana Varejão pinta fachadas de azulejaria portuguesa sangrando como se em carne viva, criando um potente comentário sobre a história colonial e seus rastros de sofrimento. Ernesto Neto constrói com náilon, espuma e enchimentos, verdadeiras metáforas de nossos órgãos e peles.

Em meio a múltiplas possibilidades de usos de materiais, espaços e tempos, a arte contemporânea não separa a rua e o museu. O coreógrafo Ivaldo Bertazzo mescla tradições étnicas milenares com o gestual urbano de crianças e jovens de favelas brasileiras. O músico Naná Vasconcelos utiliza com precisão sons do corpo e voz de milhares de pessoas e afirma que Vila-Lobos é um “genuíno músico popular, já que consegue fazer ecoar os sons do povo, ainda que de forma sinfônica”.

Dessa forma, pode-se concluir que todos os fatos sociais que envolvem a humanidade, acabam por refletir na arte. A evolução humana é fator preponderante para o desenvolvimento e até mesmo para a significação deste termo. Até pouco tempo atrás, estas manifestações artísticas que hoje são consideradas arte, não o eram. Prova disso são as Bienais de arte que nos surpreendem a cada nova edição.

Como o exemplo da artista paulista Renata Lucas, que interagiu a sua obra com a arquitetura. Para a 27ª Bienal de São Paulo, Renata Lucas duplicou uma calçada na R. Brigadeiro Galvão, na Barra Funda, zona oeste de São Paulo. Em cima da calçada original, ela fez outra. Duplicou também a linha de postes de iluminação que já existia no local e o conjunto de arbustos e vegetação já existentes. Diz a artista: “Meus trabalhos partem de uma característica do lugar (forma, material, aspecto uso) e constroem algo quase igual, porém diferente. É uma realidade se sobrepondo a outra em camadas de tempo; os eventos se embaralham, tornando-se mais ou menos reais”.

Felizmente, a arte tem essa liberdade, ou melhor, a arte é essa liberdade suprema de manifestação do que se sente, se pensa e se vive.

Algumas Obras Contemporâneas:
 Rubem Valentim
Carlos Mérida

artes


A influência de Marcel Duchamp na Arte Contemporânea
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Marcel Duchamp, foto de Henri Cartier Bresson
Marcel Duchamp foi um artista que questionou através de seu trabalho o que é uma obra de arte e propôs um novo método para a sua realização: partindo de idéias, ao invés de partir de assuntos do cotidiano.
O fato é que Duchamp nunca foi um artista que atendia às expectativas da época.Começou a produzir no começo do século XX, e com o passar do tempo sua obra adquiriu características irônicas e contestadoras.
Tendo começado sua carreira como pintor, ele realizou obras que tinham características impressionistas, expressionistas e cubistas.


nu_descendo.jpg 
Já nessa época, seu quadro Nu descendo a escada foi mal visto pelos cubistas, que o julgaram uma ironização da proposta cubista.
A obra de Duchamp conservou esse caráter questionador e insatisfeito com os padrões até o ponto em que Duchamp destruiu os padrões existentes até então. Ele fez um tipo de arte que não se enquadrava em nenhuma categoria. Os ready mades não são pintura, gravura e não são esculturas já que ele nem sequer os fez. Com esse ato, de designar um objeto fabricado em série como obra de arte, Duchamp expandiu os horizontes da arte contemporânea. Como disse Luiz Camillo Osório, professor de Estética e História da Arte na UFRJ, do Renascimento até Picasso as transformações artísticas se deram no interior de uma linguagem pictórica, de uma concepção histórica da forma e do objeto artístico. E a partir de Duchamp essa trajetória se alterou e tomou rumos que mudaram completamente a concepção de arte atual.
Como observou Octavio Paz, em seu livro “Marcel Duchamp ou o Castelo da Pureza”, “Picasso tornou visível o nosso século; Duchamp nos mostrou que todas as artes, sem excluir a dos olhos, nascem e terminam em uma zona invisível. À lucidez do instinto opôs o instinto da lucidez: o invisível não é obscuro nem misterioso, mas transparente”.

Esse gesto simples, mas impensado até então, fez com o mundo da arte se visse diante de duas reflexões extremamente importantes para a arte contemporânea: o que faz com que consideremos um objeto arte? Qual a importância do gesto do artista na obra de arte?

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Os ready mades se tornaram o elemento de destaque da produção de Duchamp. Entre os mais famosos e irônicos, podemos citar a obra L.H.O.O.Q. (sigla que, lida em francês, assemelha-se ao som da frase “Elle a chaud au cul”, que, traduzida para o português, significa “Ela tem fogo no rabo”), que é uma reprodução da Mona Lisa, de Leonardo Da Vinci, com um bigodinho.

Além disso Duchamp criou Madame Rrose Sélavy (cujo sobrenome se assemelha à expressão francesa “C’est la vie”, ou seja, “É a vida”, em português), uma artista irônica, assim como ele, que assinou uma parte dos ready mades.
Seria Madame Rrose Sélavy mais um ready made? O artista existe porque sua assinatura está em obras de arte que estão são reconhecidas pelo circuito artístico?
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Nesta foto, tirada por Man Ray, Duchamp aparece travestido de Rose Sélavy. Com esse tipo de obra de arte Duchamp tirava
o foco da criação artística da sociedade e seus problemas ou da representação fiel do modelo e coloca em questão o ato artístico.
Man Ray, pintor americano amigo de Duchamp disse em entrevista transcrita por Pierre Cabane, em “Marcel Duchamp: Engenheiro do tempo perdido”, “Não atribuo ao artista uma espécie de função social em que ele se acha obrigado a fazer qualquer coisa, em que tenha um dever para com o público. Tenho horror a todas essas considerações”.
De fato Duchamp tinha suas próprias questões, como o estudo dos problemas óticos. O estudo do olhar sobre a arte interessou muito a Duchamp, que se opunha àquilo que ele chamava de “arte retiniana”, ou seja, que agrada à vista, que foi feita para não incomodar, para satisfazer. Nesse sentido Duchamp o esforço de Duchamp era no sentido oposto, de levar o público a refletir a partir da confrontação com algo novo e inesperado. O objeto que era a obra de arte não tinha o propósito de ser alvo de uma contemplação, admiração, ele devia levar a uma reflexão, e essa reflexão era o objetivo da obra.
A base teórica do trabalho de Duchamp influenciou as gerações que o seguiram e foram fundamentais para a trajetória que a arte contemporânea seguiu, tornando-se propositiva e questionadora.
Movimentos artísticos como o Dadaísmo, o Surrealismo, o Expressionismo Abstrato e a Arte Conceitual foram muito influenciados por Duchamp. André Breton, artista surrealista, por várias vezes tentou fazer com que Duchamp aderisse à causa do movimento surrealista, Tristan Tzara, um dos responsáveis pelo Dadaísmo, também reconheceu na obra de Duchamp uma precursora.
No entanto uma das previsões de Duchamp não se concretizou: por diversas vezes ele disse que a pintura estava morta. Ao contrário, a pintura, assim como outras formas de arte, continua se inovando, incorporando formas de expressão e atraindo artistas inovadores como Hélio Oiticica, Lygia Clark e Andy Warhol.
Em seu livro Destruição do pai, reconstrução do pai, Louise Bourgeois fala sobre o ato de criação “As conexões que faço em meu trabalho são conexões que não posso encarar. São na verdade conexões inconscientes. O artista tem o privilégio de estar em contato com seu inconsciente, e isso é realmente um dom. É a definição de sanidade. É a definição de auto-realização”. Como disse o próprio Duchamp, em entrevistas, ele queria inventar ou encontrar seu próprio caminho, em lugar de ser um mero intérprete de uma teoria, e conseguiu.

É campeão: Brasil tem impostos mais altos do mundo em telecomunicações


Especialista da ONU criticou o país, mas enxerga oportunidade de mudança em eventos esportivos.
Não são só os brasileiros que reclamam dos altos impostos cobrados em vários serviços oferecidos no país. Desta vez, foi o secretário-geral da União Internacional de Telecomunicações (UIT), Hamadoun Touré, que faz parte de uma agência especializada da ONU e deu uma palestra nesta quinta-feira, em Brasília. Segundo ele, as taxas pedidas pelo Brasil em telecomunicações seriam as mais altas do mundo.
De acordo com a Agência Brasil, ele afirmou que esses valores não só irritam os consumidores, mas também prejudicam a imagem do país no exterior e freiam avanços que poderiam ser realizados na área. Ainda assim, alguns elogios foram feitos por Touré, já que o governo federal tem trabalhado no corte de alguns impostos para empresas de telecomunicações. Além disso, para ele, a banda larga e a telefonia móvel seriam os pontos mais fortes do Brasil.
As taxas aplicadas na telefonia celular, que é um dos maiores alvos de críticas dos consumidores, foram explicadas pelo secretário-geral: a culpa não seria de todo o país nem das operadoras, pois os altos impostos nesse serviço são de responsabilidade dos governos estaduais.
Para mudar isso, Touré afirma que a Copa do Mundo e as Olimpíadas, respectivamente em 2014 e 2016, serão eventos-chave para mudar esse quadro e aumentar radicalmente os investimentos em tecnologia no Brasil. Países como o Paquistão, por exemplo, conseguiram diminuir os impostos sem reduzir a receita destinadas a serviços e pesquisas na área.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/telecomunicacoes/13415-e-campeao-brasil-tem-impostos-mais-altos-do-mundo-em-telecomunicacoes.htm#ixzz26kHbHwfL

Grafite

A arte do grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes. Existem relatos e vestígios dessa arte desde o Império Romano. Seu aparecimento na Idade Contemporânea se deu na década de 1970, em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes da cidade e, algum tempo depois, essas marcas evoluíram com técnicas e desenhos.
O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao Hip Hop. Para esse movimento, o grafite é a forma de expressar toda a opressão que a humanidade vive, principalmente os menos favorecidos, ou seja, o grafite reflete a realidade das ruas.
O grafite foi introduzido no Brasil no final da década de 1970, em São Paulo. Os brasileiros não se contentaram com o grafite norte-americano, então começaram a incrementar a arte com um toque brasileiro. O estilo do grafite brasileiro é reconhecido entre os melhores de todo o mundo.
Muitas polêmicas giram em torno desse movimento artístico, pois de um lado o grafite é desempenhado com qualidade artística, e do outro não passa de poluição visual e vandalismo. A pichação ou vandalismo é caracterizado pelo ato de escrever em muros, edifícios, monumentos e vias públicas. Os materiais utilizados pelos grafiteiros vão desde tradicionais latas de spray até o látex.

Principais termos e gírias utilizadas nessa arte;

• Grafiteiro/writter: o artista que pinta.
• Bite: imitar o estilo de outro grafiteiro.
 Crew: é um conjunto de grafiteiros que se reúne para pintar ao mesmo tempo.
• Tag: é a assinatura de grafiteiro.
• Toy: é o grafiteiro iniciante.
• Spot: lugar onde é praticada a arte do grafitismo.