quinta-feira, 13 de junho de 2013

Nave tripulada chinesa se acopla a laboratório espacial






Astronautas entraram no módulo Tiangong-1 após cerca de 3 horas.
Trata-se da missão chinesa tripulada mais longa já feita.



Astronauta Nie Haisheng entra no laboratório Tiangong-1 cerca de três horas após o acoplamento automático da Shenzhou-10, nesta quinta-feira (13) (Foto: AFP)
Astronauta Nie Haisheng entra no laboratório
Tiangong-1 cerca de três horas após o acoplamento
automático da Shenzhou-10, nesta quinta-feira (13),
como mostrado na emissora chinesa CCTV
(Foto: AFP)
A nave espacial chinesa "Shenzhou-10", com três astronautas a bordo e lançada na última terça-feira (11), se acoplou nesta quinta-feira (13) ao laboratório espacial "Tiangong-1", onde os astronautas vão realizar trabalhos de reparação e alguns experimentos.
O acoplamento aconteceu no horário previsto, às 13h18 locais (2h18 de Brasília), por procedimento automático, detalhou a agência oficial "Xinhua".
A "Shenzhou-10", que ficará em órbita por 15 dias ao redor da Terra - a missão tripulada mais longa até agora do programa espacial chinês - deve fazer dois acoplamentos com o "Tiangong-1", o módulo experimental para a futura estação espacial permanente que a China espera construir para o ano 2020.
O "Tiangong-1" ("Palácio Celestial") foi lançado em setembro de 2011 e espera-se que este ano deixe de funcionar e caia na Terra, mas o programa espacial chinês avalia a possibilidade de prolongar suas operações.
Nos próximos anos, a China lançará os módulos "Tiangong-2 e 3, este último em 2020, coincidindo com a retirada da Estação Espacial Internacional, o que pode fazer com que o país asiático seja então o único com uma base permanente no espaço.
A China lançou cinco missões tripuladas ao espaço, a primeira em 2003, e a atual está formada pelos astronautas Zhang Xiaoguang, Nie Haisheng (que já viajou na "Shenzhou-6", há oito anos) e Wang Yaping, a segunda mulher astronauta do país asiático.
A televisão oficial "CFTV" divulgou ontem imagens dos astronautas realizando na nave o festival dos navios-dragão, uma festa tradicional chinesa.
Outa imagem da CCTV mostra os astronautas Wang Yaping, Nie Haisheng e Zhang Xiaoguang já dentro do Tiangong-1. Wang é a segunda mulher chinesa a ser mandada ao espaço (Foto: AFP/CCTV)

Arte


Museu Inhotim vai receber novas galerias e obras
Espaços inaugurados nesta quinta-feira (6) vão homenagear artistas.
Museu também incentiva jovens que participam do Laboratório Inhotim.
O Instituto de Arte Contemporânea e Jardim Botânico (Inhotim) vai receber novas galerias, nesta quinta-feira (6). Vão ganhar espaço no museu o artista cubano Carlos Garaicoa, o nordestino Tunga e a espanhola Cristina Iglesias. Outra instalação recente, a Galeria Teteia, inaugurada neste ano, já está aberta ao público, e conta a história da artista plástica brasileira Lygia Pape. 
O trabalho de Garaicoa reproduz ícones famosos de grandes cidades de todo o mundo, como a Torre Eiffel e a estátua da liberdade, em miniaturas feitas com cera. O objetivo do trabalho, de acordo com o artista, é chamar a atenção do público para a correria das grandes cidades e para o crescimento da violência nesses centros urbanos. Para ele, num ambiente paradisíaco como o museu, é importante também que se veja a parte dura das cidades.
Em outra galeria, foram necessários três andares para expor os trinta anos de trabalho do artista plástico Tunga. O artista afirma que seu trabalho no Inhotim é uma síntese de uma trajetória inteira. “É como fazer um jantar com todos os seus amigos. É um sonho que a gente tem de reunir todas as pessoas que a gente gosta, numa mesa só”, completa o artista.
Projeto para jovens
O museu incentiva jovens que participam do Laboratório Inhotim. O grupo vai ter a oportunidade de ir estudar arte em um museu na Inglaterra, além de expor as peças que produziram ao longo de um ano. Em Inhotim, o projeto é desenvolvido para alunos de escolas públicas de Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Eles vão participar de um intercâmbio com estudantes ingleses que participam de um programa semelhante ao do Brasil
A artista plástica e monitora do projeto na Inglaterra, Corine Felgate, veio conhecer o trabalho dos brasileiros. Para ela, foi ótimo ter vindo ao Brasil, principalmente para o museu, porque todo mundo é mais aberto, com idéias livres, sem estar preocupado como se faz, simplesmente deixando acontecer. “Isso é fantástico”, complementa a artista.
Link: http://g1.globo.com/minas-gerais/noticia/2012/09/museu-inhotim-vai-receber-novas-galerias-e-obras.html

Atualidades


No Dia do Meio Ambiente, crianças jogam peixes em córrego de S. José
Alunos de colégio da cidade jogaram 1.000 peixes no córrego.
Iniciativa foi uma ação da Sabesp pelo Dia Mundial do Meio Ambiente.
Alunos de uma escola particular de São José dos Campos soltaram cerca de 1.000 peixes da espécie Piabanha no córrego do Vidoca, zona oeste da cidade, na manhã desta quarta-feira (5). A ação foi promovida pela Sabesp e pela prefeitura, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente.

O córrego, que deságua no rio
 Paraíba do Sul, voltou a ter peixes com o avanço no tratamento dos esgotos e a soltura deve contribuir para o aumento da espécie. O rio é um dos principais que cortam a região do Vale do Paraíba e para chegar até ele os peixes deverão percorrer cerca de três quilômetros.

Segundo a professora Carla Bafini, de 33 anos,  os alunos têm participado de iniciativas voltadas para a sustentabilidade, o que contribui para disseminar a conscientização ambiental. “Se eles crescerem com esse conceito de um mundo melhor, eles realmente podem fazer a diferença. É importante que eles levem também esta transformação aos pais”, afirmou.

O simples gesto de jogar os peixes no rio mostra que apesar da pouca idade as crianças já sabem da responsabilidade que têm quanto aos cuidados com o meio ambiente. “É muito legal isso, porque estamos cuidando de um patrimônio da nossa cidade. Quando tivermos filhos, eles vão saber que tem um rio limpo na cidade deles”, disse a estudante Vitória Cardoso, de 10 anos.

De acordo com o superintendente da Sabesp, Otto Elias Pinto, desde 2011 o esgoto que era despejado no córrego do Vidoca passou a ser encaminhado para a estação Lavapés, na zona norte da cidade, onde recebe tratamento para ser devolvido ao rio Paraíba. “Em torno de 50 milhões de litros, diariamente, estão deixando de ser despejados no Vidoca”, afirmou Pinto.

“Depois que nós tiramos o esgoto daqui e passamos a tratar, melhorou cerca de dez vezes a qualidade do Paraíba na região de
 Caçapava que recebia o esgoto de São José dos Campos”, disse o superintendente.
Investimentos
Segundo a Sabesp, somente em São José dos Campos estão sendo investidos R$ 110 milhões nas obras do Sistema de Esgotamento Sanitário da Sub-Bacia do Pararangaba, com previsão de conclusão em 2014. O sistema aumentará a cobertura com rede coletora, de 91% para 93%, e o tratamento dos esgotos coletados, de 89% para 100%.

Também em São José está sendo realizada a ampliação da Estação de Tratamento de Esgotos Lavapés. Com investimento de R$ 37,49 milhões, a obra tem previsão de inauguração no primeiro trimestre de 2014.

Ainda de acordo com a Sabesp, em todo o Vale do Paraíba estão sendo investidos 512 milhões de reais para o tratamento de esgoto em cidades como
 Cachoeira Paulista,Taubaté, São Bento do Sapucaí, Arapeí, Lavrinhas, Campos do Jordão e Queluz.
Link: http://g1.globo.com/sp/vale-do-paraiba-regiao/noticia/2013/06/no-dia-do-meio-ambiente-criancas-jogam-peixes-em-corrego-de-sao-jose.html

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Mineirão inaugura usina solar

Foto Projeto
Mineirão é o primeiro estádio da Copa do Mundo de 2014 a ter uma Usina Solar Fotovoltaica/ Crédito: Renato Cobucci
O Mineirão é o primeiro estádio entre os selecionados para os jogos da Copa do Mundo de 2014 a ter uma Usina Solar Fotovoltaica (USF). O governo de Minas Gerais e a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) promoveram a cerimônia de entrega da Usina do estádio na última sexta-feira (17). A USF será capaz de gerar energia para abastecer o equivalente a 900 residências. Toda a produção será transmitida para a rede elétrica da Cemig e 10% dela voltarão para o gigante da Pampulha. Segundo Alexandre Heringer, coordenador da Cemig, a Usina deve funcionar comercial e operacionalmente até a Copa das Confederações.

Com a USF, o Mineirão poderá receber o selo de sustentabilidade, Green Building, exigido pela Fifa para todos os palcos da Copa do Mundo. "A ideia é que o Mineirão tenha a certificação Leed (Leadership in Energy and Environmental Design), de sustentabilidade, então os relatórios estão sendo feitos desde o início da obra. Não é só a questão da energia, mas também do reaproveitamento de chuva, da destinação dos resíduos. É um equipamento muito moderno que está seguindo o mais importante, que é a sustentabilidade ambiental", explicou o secretário extraordinário para a Copa do Mundo, Tiago Lacerda.

Cerca de seis mil painéis fotovoltaicos foram instalados na cobertura do Mineirão, distribuídos nos 88 segmentos (seções delimitadas pelas vigas). A Usina ainda contará com dois transformadores (subestações), nas extremidades Norte e Sul do estádio, e 88 inversores (um em cada segmento).

A instalação da USF no Mineirão custou cerca de R$ 10,5 milhões, sendo 80% financiados com recursos do Banco de Desenvolvimento da Alemanha (KfW). A USF faz parte do projeto "Mineirão Solar", que pretende abastecer também o entorno do estádio, como o Mineirinho e o futuro Centro de Treinamento Esportivo (CTE).

Para realizar a construção e a manutenção do empreendimento, a empresa portuguesa Martifer Solar venceu a licitação feita pelo governo de Minas e pela Cemig e ficará responsável.

segunda-feira, 13 de maio de 2013


Queridos alunos!
Gostei muito das postagens de Artes e para a segunda etapa que começa aqui, vamos observar o seguinte:
*Não repetir reportagens postadas pelos colegas.
* Maior capricho na formatação dos textos.
* Não postar textos muito longos, que muitas vezes se tornam repetitivos.
Um grande abraço e boas pesquisas!
Vanessa

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Arte Rupestre (tintas)


VOCE SABIA? De que era feita a tinta das pinturas rupestres?
Arte rupestre, pintura rupestre ou ainda gravura rupestre, é o nome que se dá às mais antigas representações simbólicas do homem, gravadas em abrigos protegidos ou cavernas, em paredes, tetos rochosos e superfícies de pequenas pedras. No continente americano, a arte rupestre torna-se o diário nas pedras de caçadores coletores.
Acredita-se que os materiais mais usados como aglutinante para as pinturas rupestres foram o sangue, argila, excrementos humanos, látex de plantas, gordura e clara de ovos de animais. A cor era obtida misturando-se o pó de rochas, com destaque para o óxido de ferro, que tem a coloração vermelho-alaranjada.