sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Novo presidente do Paraguai mostra disposição para reatar com Mercosul.


Novo presidente do Paraguai mostra disposição para reatar com Mercosul

Mas o Paraguai não aceita a entrada da Venezuela no bloco.
Horácio Cartes tomou posse nesta quinta-feira (15).



O novo presidente do Paraguai, que tomou posse nesta quinta-feira (15), se disse disposto a reatar relações bilaterais com alguns países do Mercosul.
As celebrações da posse seguiram até a noite, mas a presidente Dilma Rousseff participou apenas das cerimônias oficiais e foi a primeira a deixar o Paraguai. Foi tempo suficiente para, como outros chefes de estado de países vizinhos, conversar a sós com o novo presidente Horácio Cartes. Estava em jogo a reconquista das relações.
Com a posse de Cartes, o Paraguai já pode voltar ao Mercosul, que o havia suspendido por causa do impeachment sumário do ex-presidente Fernando Lugo, no ano passado. O bloco e outros países da região consideraram a ação um golpe à democracia.

Mas o Paraguai ainda está magoado. O país não aceita a entrada da Venezuela no Mercosul e muito menos que o bloco esteja sob o comandado dela. O presidente venezuelano Nicolás Maduro não foi convidado para a posse. Em solidariedade, os presidentes da Bolívia e do Equador também não compareceram à cerimônia.
Cartes fez menção especial a Dilma Rousseff e a Cristina Kirchner, presidente da Argentina, pelos esforços na busca de entendimento, mas deixou claro que, pelo menos por enquanto, ele prefere reatar só as relações bilaterais.
Milionário, de 57 anos, calouro na política, Horácio Cartes traz de volta ao poder o velho Colorado, partido que dominou a política paraguaia por décadas e sustentou a ditadura de Alfredo Stroessner. Mas Cartes chega prometendo enterrar o autoritarismo e promover inclusão social, combatendo a pobreza.

A China não escapa da crise


MÁRIO SOARES
O TEMPO E A MEMÓRIA

A China não escapa da crise

por MÁRIO SOARES
1A União Europeia, de há uns anos para cá, tem vindo a olhar para a República Popular da China com grande simpatia e admiração. O crescimento económico que têm vindo a ter (e que este ano vai começar a baixar), as grandes empresas públicas, sediadas em Xangai e Pequim, fundamentalmente, a riqueza ostensiva em que vivem os gestores e os dirigentes políticos têm deslumbrado governos e empresários europeus. Daí que, uns e outros, tenham vindo a multiplicar as viagens de negócios ao Império do Meio e a abrir as suas economias ao investimento chinês, com bastante imprudência, diga-se.
Esquecem-se de que a China - apesar de ser hoje a segunda economia mundial - continua a ter um regime totalitário, puro e duro. E, excluída a Coreia do Norte, por enquanto não tem tido relações muito amigáveis com os seus vizinhos asiáticos, como o Japão, o Vietname, a Índia e mesmo Taiwan.
Por mim, que tenho vindo a observar com atenção a interessante e original evolução da China, pelo menos desde Tiananmen, sempre considerei que o cocktail entre um regime comunista dogmático, reconhecidamente duro, e uma economia neoliberal de capitalismo selvagem não pode - em princípio - dar nada de bom. As duas ideologias, o marxismo e o neoliberalismo, estão ambas em decadência. Mais o marxismo leninista do que o capitalismo de casino, é certo. Mas lá chegará, com pouca distância, o desgaste e a inevitável destruição de ambos. É uma questão de tempo.
Não ignoro que a audácia e habilidade política de Deng Xiaoping, mais ou menos contemporâneas da morte de Mao Tsé-tung e do colapso do comunismo da URSS, levou a um desenvolvimento enorme da China, no plano do Estado totalitário, todo-poderoso, à custa de uma sociedade ultraempobrecida, com destaque para os já pobres, principalmente rurais, e a classe média. Com algumas exceções nas grandes cidades.
Agora a sociedade em geral está a dar mostras de algum descontentamento. Porquê? Porque a China parece não escapar à crise económico-financeira global. A América do Norte, à qual comprou tantos dólares, com a intenção de a pôr de joelhos, fabrica os dólares que entende, e para a China a abundância de dólares começa a ser uma dor de cabeça... Quem tal diria?
Recentemente, surgiu a notícia de que Bo Xilai, líder da fação esquerdista do Partido Comunista Chinês, foi afastado do poder, embora tenha renunciado à luta de classes, peça essencial do comunismo. Ou seja, mais um golpe no marxismo em favor do neoliberalismo. O modelo de crescimento chinês assenta, por enquanto, essencialmente, na mão de obra barata. Há uma nova geração que teme a corrupção crescente, as tremendas desigualdades sociais e as revoltas decorrentes, que parecem preocupar o atual vice-presidente da China, Xi Jinping.
A China tornou-se indiscutivelmente uma grande potência. Mas tem problemas internos dificílimos de controlar. Veremos como a crise global económico-financeira vai evoluir na China. E a que medidas vai obrigar. Talvez os anos pacíficos que tem vivido possam vir a ser socialmente muito incómodos...
2A União Europeia continua à derivaO tempo passa com uma rapidez incrível, pelo menos para mim, e os líderes europeus, sobretudo os da Zona Euro, continuam incapazes de encontrar soluções para a crise global que aflige todos os Estados membros, mesmo os que se julgam impunes, como a Alemanha. Ora, não são, como se tem visto. Agora, a surpresa das surpresas foi Chipre. Segundo dizem os tecnocratas que comandam a Europa, Chipre disputa com Portugal a liderança do grupo de países com mais alta probabilidade de incumprimento dos juros da dívida. Mas a famigerada agência de rating Moody's já começou a atacar Chipre, dizendo que vai seguir a Grécia...
Por outro lado, a Irlanda, até agora tão bem comportada, quer adiar o pagamento de 3,1 mil milhões de euros para 2025. Será que o BCE vai consentir?
Nesta semana, os ministros das Finanças da Zona Euro vão reunir--se, em Bruxelas, para reforçar e fundir o FEEF (Fundo Europeu de Estabilidade Financeira) e o Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), o qual - note-se - só estará activo em julho. Vão discutir migalhas, face às necessidades, como de costume, perdendo tempo e sem coragem de encarar as dificuldades, o que é imprescindível para resolver a crise, como sempre tenho vindo a escrever.
O mundo está, com atenção, a seguir a falta de rumo que a União Europeia tem demonstrado. O aumento do descrédito da Europa tem vindo a acentuar-se, em todos os continentes. Mas a Senhora Merkel e os seus súbditos nas instituições europeias e os líderes dos Estados soberanos, irresponsavelmente, têm medo da Alemanha. É uma situação que lembra 1939, o encontro de Munique, de má memória, quando as chamadas democracias europeias, depois de terem entregado a República Es- panhola ao ditador Franco, ajoelharam perante o nazi-fascismo, julgando que conseguiam a paz. Uma vergonha histórica. Valeu- -nos Winston Churchill, Franklin Roosevelt, De Gaulle e, depois de ser atacado, Estaline, com todas as contradições que os Aliados tinham entre si.
A história não se repete, é certo, mas as grandes causas estão a ser sistematicamente esquecidas e as democracias, em termos europeus, maltratadas. Mau sintoma!
3Falta autocrítica ao GovernoPortugal é um reflexo do que se passa na Europa. Por mais que se queira incriminar o anterior Governo Sócrates - e os partidos do Governo não deixam de o fazer, esquecendo-se de que não são eternos e atrás deles outros virão -, a indubitável verdade é que a crise que nos toca é, no nosso caso, essencialmente europeia, porque a União não soube, até agora, mudar o paradigma do desenvolvimento. Ao contrário do que sucede nos Estados Unidos, onde a economia real começou, lentamente, a crescer e o desemprego a diminuir.
É sabido que, pertencendo à Família Socialista, sempre disse que tenho por Passos Coelho estima pessoal e apreço. Mas isso não me impede de criticar - como é normal em democracia - o atual Chefe do Governo pela sua política fechada e, no plano ideológico, dogmaticamente neoliberal. Política que, no meu modesto parecer, está, infelizmente, a levar o País à descrença, ao empobrecimento e ao desemprego, que tem vindo a crescer avassaladoramente.
A austeridade pela austeridade - esquecendo as pessoas e destruindo deliberadamente o Estado social - está a dar lugar, na opinião pública portuguesa, a um enorme descontentamento e mal-estar que, a continuar, vai ter consequências muito perigosas.
Ser um discípulo fiel da Senhora Merkel - e com orgulho disso - quando a chanceler da Alemanha está, com as suas políticas, a arrastar os Estados europeus - e sobretudo a opinião pública europeia - para uma profunda desconfiança, relativamente à Alemanha, não é uma boa credencial para um primeiro-ministro de Portugal. Duas guerras mundiais, no século passado, ambas desencadeadas pela Alemanha, apesar dos anos pacíficos e de bem-estar que a Europa viveu, desde o pós-guerra, incluindo a unificação da Alemanha, graças à Comunidade Europeia, não é coisa que se esqueça facilmente. Por isso, seria bom, em termos europeus, para Portugal, que o primeiro-ministro começasse a tomar as suas distâncias relativamente à chanceler alemã, vinda e formada, não o esqueçamos, na Europa de Leste.
É urgente que o Governo português não esqueça os portugueses, sobretudo os mais pobres e os que ainda não são, mas estão a caminho de o ser. Os desempregados e os precários. Não esqueça os benefícios que todos os dias estão a perder, com o crescente desemprego, as falências em cadeia das empresas pequenas, médias, até algumas grandes e os famigerados cortes.
O Senhor primeiro-ministro, no seu Congresso, falou da "revolução pacífica", que tem vindo a realizar. Com a devida vénia, enganou-se. Trata-se de uma contrarrevolução, como qualquer politicólogo ou sociólogo lhe explicará. Porque o povo não tenha dúvidas, não participa nela nem lhe agrada nada essa "revolução" anunciada. Está profundamente contra, como não podia deixar de ser.
As reformas até agora feitas - os cortes, que atingem principalmente os mais desfavorecidos, as pri-vatizações que o Governo fez já ou pensa fazer, vendendo a qualquer preço o nosso principal património, as nomeações ou a ausência delas, que paralisam os ministérios - não são, realmente, reformas: são contrarreformas, porque o nosso povo não as aprova nem tolera e, pior, está a ficar indignado. Tanto mais que o Governo, no seu conjunto, não tem funcionado bem, como se tem visto.
Não queira, Senhor primeiro- -ministro, com a sua inegável simpatia e coragem (reconheço), passar à história com uma tal responsabilidade. Estamos a caminhar sem critério, com a austeridade - em que só ganham os mercados especulativos - a aumentar a recessão e o desemprego. Para onde caminhamos, já não digo nos próximos anos, mas sim nos meses que ainda faltam a 2012? Para mais com a criminalidade a subir e a surgirem atos, aqui e acolá, de violência...
Pacheco Pereira, insuspeito de ser socialista, num lúcido artigo publicado no sábado, no Público, intitulado: "Está o Estado a tornar--se mais fraco ou mais forte?", escreveu, examinando o processo em causa: "Há o risco real de sairmos com um Estado mais forte, mais poderoso, mais interventivo e mais autoritário." Porque, "para as Finanças não há cidadãos, mas potenciais fugitivos aos impostos". É verdade!
4uma grandeescritora esquecida O Professor Doutor Fernando Pádua, médico ilustre, teve a amabilidade de me convidar para uma cerimónia de homenagem à escritora Maria Archer, que se realiza no Teatro da Trindade na tarde de 29 de março. Aceitei com enorme honra e gosto. Na verdade, conheci pessoalmente Maria Archer - que além de grande escritora era uma mulher muito bonita - quando eu estava a sair da adolescência e me começava a interessar pela literatura e pela política. Acho que foi Piteira Santos que nos apresentou, nos idos de quarenta ou cinquenta, entre os 45 e os 50 anos de Maria Archer, antes do seu exílio para o Brasil, onde permaneceu (mal) até ao 25 de Abril. Infelizmente, não a voltei a ver depois dessa data. Sei que morreu injustamente esquecida e um pouco abandonada em 1982.
Maria Archer foi jornalista e ensaísta, sobre temas africanos, e uma romancista de invulgar qualidade. Nunca li os seus cadernos sobre África. Mas li - e possuo - os livros de que tanto gostei: Eu e Elas, Apontamentos de Romancista, Filosofia de Uma Mulher Moderna, Nada Lhe Será Perdoado, Herança Lusíada, já publicado no Brasil, com um prefácio de Gilberto Freire, e Aristocratas, um dos seus mais interessantes romances. Tenho ainda outros dois livros de Maria Archer que nunca li: África Selvagem e Brasil, Fronteira de África.
As duas grandes temáticas da obra (muito ampla) de Maria Archer são os livros sobre África ex- portuguesa, que quando jovem percorreu em detalhe (por cerca de 14 anos) e os romances sobre a libertação da Mulher, que tanto admirei na juventude e que ainda hoje aprecio.
É com grande reconhecimento que estarei no Trindade, a convite de Fernando Pádua, que só agora soube que é sobrinho dela, para homenagear a escritora, a democrata e a persistente resistente ao salazarismo.

Obama e presidente do Irã têm conversa histórica por telefone

O presidente dos EUA, Barack Obama, disse nesta sexta-feira (27) que falou pelo telefone com seu colega iraniano Hassan Rohani, no que disse ser o histórico primeiro contato direto entre líderes dos dois países desde 1979. A presidência iraniana confirmou o telefonema.
O presidente dos EUA, Barack Obama, durante telefonema para seu colega iraniana Hassan Rohani, nesta sexta-feira (27), em seu gabinete na Casa Branca (Foto: AFP/Casa Branca)
Os dois discutiram a controversa questão nuclear iraniana, dentro do quadro de reaproximação diplomática que ocorre desde a eleição do moderado Rohani.
"Há alguns minutos, falei por telefone com o presidente Rohani da República Islâmica do Irã", disse Obama em pronunciamento na Casa Branca.
"Estamos conscientes de todos os desafios pela frente. O simples fato de ter sido a primeira comunicação entre um presidente americano e um iraniano desde 1979 ressalta a profunda desconfiança que existe entre os nossos países, mas também indica a perspectiva de superar essa história difícil. Acredito que há base para uma resolução", acrescentou.
"Falamos sobre os esforços em curso para alcançar um acordo sobre o programa nuclear iraniano."
Obama disse que os dois pediram às suas equipes que trabalhem "rapidamente" para chegar a um acordo.
O presidente americano disse que o caminho para um acordo completo é difícil, mas que esta é uma oportunidade única para tentar um entendimento sobre uma questão que vem "isolando" o Irã do Ocidente.
Obama afirmou que o "teste" desse processo diplomático vão ser ações "compreensíveis, verificáveis e transparentes" do governo iraniano que possam levar ao alívio das sanções internacionais contra o país.
"Em conversação telefônica o presidente Rohani e o presidente @BarackObama expressaram sua mútua vontade política de resolver rapidamente o tema nuclear", tuitou a presidência iraniana após o pronunciamento de Obama.
As potências temem que o programa nuclear iraniano possa ser usado com o objetivo de produzir armas.
O governo iraniano nega e afirma que o programa tem fins pacíficos.


Economia Chinesa

Introdução
A China possui atualmente uma das economias que mais crescem no mundo. A média de crescimento econômico deste país, nos últimos anos é de quase 9%. Uma taxa superior a das maiores economias mundiais, inclusive a do Brasil. O Produto Interno Bruto (PIB) da China atingiu US$ 8,28 trilhões ou 51,93 trilhões de iuanes em 2012 (com crescimento de 7,8%), fazendo deste país a segunda maior economia do mundo (fica apenas atrás dos Estados Unidos). Estas cifras apontam que a economia chinesa representa atualmente cerca de 15% da economia mundial.
Vejamos os principais dados e características da economia chinesa:

- Entrada da China, principalmente a partir da década de 1990, na economia de mercado, ajustando-se ao mundo globalizado;
- A China é o maior produtor mundial de alimentos: 500 milhões de suínos, 450 milhões de toneladas de grãos;
- É o maior produtor mundial de milho e arroz;
- Agricultura mecanizada, gerando excelentes resultados de produtividade;
- Aumento nos investimentos na área de educação, principalmente técnica;
- Investimentos em infra-estrutura com a construção de rodovias, ferrovias, aeroportos e prédios públicos. Construção da hidrelétrica de Três Gargantas, a maior do mundo, gerando energia para as indústrias e habitantes;
- Investimentos nas áreas de mineração, principalmente de minério de ferro, carvão mineral e petróleo;
- Controle governamental dos salários e regras trabalhistas. Com estas medidas as empresas chinesas tem um custo reduzido com mão-de-obra (os salários são baixos), fazendo dos produtos chineses os mais baratos do mundo. Este fator explica, em parte, os altos índices de exportação deste país.
- Abertura da economia para a entrada do capital internacional. Muitas empresas multinacionais, também conhecidas como transnacionais, instalaram e continuam instalando filiais neste país, buscando baixos custos de produção, mão-de-obra abundante e mercado consumidor amplo.
- Incentivos governamentais e investimentos na produção de tecnologia.
- Participação no bloco econômico APEC (Asian Pacific Economic Cooperation), junto com Japão, Austrália, Rússia, Estados Unidos, Canadá, Chile e outros países;
- A China é um dos maiores importadores mundiais de matéria-prima.
- No ano de 2012, com o crescimento do PIB em 7,8%, a economia da China demonstrou que sofreu  abalo da crise econômica mundial (iniciada em 2008), porém conseguiu manter seu crescimento num patamar elevado em comparação as outras grandes economias do mundo.
- O forte crescimento econômico dos últimos anos gera emprego, renda e crescimento das empresas chinesas. Porém, apresenta um problema para a economia chinesa que é o crescimento da inflação.
- Em 2011 a balança comercial chinesa foi positiva em US$ 240 bilhões com 
exportações de US$ 1,90 trilhão e importações de US$ 1,66 trilhão. 

Problemas:
Embora apresente todos estes dados de crescimento econômico, a China enfrenta algumas dificuldades. Grande parte da população ainda vive em situação de pobreza, principalmente no campo. A utilização em larga escala de combustíveis fósseis (carvão mineral e petróleo) tem gerado um grande nível de poluição do ar. Os rios também têm sido vítimas deste crescimento econômico, apresentando altos índices de poluição. Os salários, controlados pelo governo, coloca os operários chineses entre os que recebem uma das menores remunerações do mundo. Mesmo assim, o crescimento chinês apresenta um ritmo alucinante, podendo transformar este país, nas próximas décadas, na maior economia do mundo.

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Professor da Unila analisa situação política no Paraguai

Na última quinta-feira (15), tomou posse, no Paraguai, o novo presidente do país, Horacio Cartes. Oinício do governo de Cartes marcou, também, o retorno do Partido Colorado ao poder.

Em entrevista ao programa CBN Foz (das 09h00 às 12h00), na manhã desta quarta-feira (21), o doutor em História e professor da Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila), Paulo Renato da Silva, analisou a situação política do Paraguai.
Segundo Paulo Renato, se o governo de Cartes adotar postura de pouco diálogo com as organizações sociais e intensificar a defesa da propriedade da terra, ações como o ataque realizado no último sábado (17) pelo grupo insurgente Exército do Povo Paraguaio (EPP) podem tornar-se mais comuns no país.
O professor avalia, também, que o Paraguai deve retornar ao Mercosul, porém, não sem antes "barganhar" com Brasil e Argentina para a diminuição dos conflitos internos existentes no bloco.

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terça-feira, 24 de setembro de 2013

Artes

Os 10 melhores grafiteiros do mundo




Esses são os 10 melhores grafiteiros do mundo na minha opinião, não sei se você concorda com a ordem, ou com os nomes que estão aqui e caso tenha alguma observação, faça nos comentários, seria ótimo fazer uma parte 2 só com a indicação dos leitores.


10º Trans – Inglaterra



 9º Daim – Alemanha



8º Aryz – Espanha 



 7º Belin – Alemanha




 6º Edgar Mueller – Alemanha




 5º Smug – Escócia




4º Eric Grohe – Estados Unidos




3º Kurt Wenner – Estados Unidos
 




 2º Banksy – Inglaterra





 1º Os Gêmeos – Brasil













http://www.quebrandogalho.com.br/os-10-melhores-grafiteiros-do-mundo/