E se não existisse o dinheiro?
Este blog é um espaço cultural que tem por objetivo mostrar fatos atuais e aspectos importantes da área de artes. É mantido por alunos de uma turma de oitavo ano do Ensino Fundamental Maior, do Colégio Clita Batista. Foi construído com o objetivo de levar à sociedade um conjunto de informações e conhecimentos; realizar associações, produzir textos criativos e despertar a consciência crítica.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Museu de Arte Sacra de Ouro Preto

Foi no ano de 1965, dois anos após a posse do Padre José Feliciano da Costa Simões como Pároco do Pilar é que foram inauguradas as instalações do Museu de Arte Sacra nas salas anexas da igreja matriz do Pilar. Foi uma decisão pioneira e que de certa forma resolvia algumas questões de salvaguarda de acervos após o Concílio Vaticano II.
Em 1980 com apoio da FIAT Automóveis e Fundação Roberto Marinho a paróquia desenvolveu o “Inventário de Bens Móveis da Paróquia do Pilar” o que possibilitou a criação do Museu do Carmo, na Casa do Noviciado que naquela época achava-se em ruínas. A Fundação promoveu a restauração do prédio e as instalações do Museu de Arte Sacra. No início foram muitos os desafios e o principal deles foi a sua manutenção até que a paróquia tomasse a decisão de reinstalar o museu na Matriz do Pilar. Estas ações ocorreram entre os anos de 1994 e 2000.
Na época, o Museu do Carmo representava uma inovação museológica, principalmente em Ouro Preto, onde os museus apresentavam sistemas expositivos advindos dos anos de 1940. Mas apesar de representar “o novo”, recebeu inúmeras críticas principalmente em razão da utilização dos blocos vermelhos, servindo de base para exposição da imaginária.
Hoje, nos vemos pela necessidade de promover novo tratamento museológico e museográfico desse acervo precioso que atende um público anual em torno 100 mil visitantes.
A Paróquia do Pilar possui um rico patrimônio histórico-artístico, acumulado ao longo de quase três séculos, nas 23 igrejas e capelas filiadas. A partir dos anos de 1980, a Paróquia do Pilar e sua comunidade – guardiões desses bens – passou a promover atividades organizadas, face à responsabilidade de garantir a preservação do acervo sob a sua guarda e administração. Para uma efetiva e concreta atuação coube ao museu, institucionalizado a partir de 1985, o papel de prover os recursos necessários, financeiros e técnicos, para o pleno desenvolvimento das atividades de restauração e de preservação desse acervo patrimonial. A princípio buscando e qualificando mão-de-obra da própria comunidade ouro-pretana, uma equipe de profissionais foi criada para atender as diversas áreas, atendendo uma demanda de serviços existente e preenchendo um hiato de investimentos de vários anos. Reconhecidamente nunca houve em Ouro Preto, desde os primeiros anos do tombamento de 1938, um volume tão grande de obras realizadas por uma instituição privada, a ponto de ter esse trabalho reconhecido pelo governo federal em 1996, quando o presidente do Museu de Arte Sacra recebeu das mãos do Presidente Fernando Henrique Cardoso, o Prêmio Nacional da Cultura.
O foco de atuação do Museu de Arte Sacra são os monumentos religiosos da paróquia e seis bens imóveis civis tombados: a Casa do Noviciado da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo; a Casa da Ordem Terceira de Nossa Senhora das Mercês; a Residência Paroquial; o Centro Social onde funcionam o arquivo histórico, o atelier de restauração de bens móveis e a Escola de Música Padre Simões; a sede da administração do Museu de Arte Sacra de Ouro Preto e Paróquia do Pilar e o Centro de Atendimento ao Visitante e Turista.
Além dos bens imóveis a entidade conta, ainda, com quatro mil objetos de arte sacra e profana catalogados no inventário de bens móveis da Paróquia de Nossa Senhora do Pilar, sete metros cúbicos de volumes de documentos (manuscritos e impressos) do Arquivo Histórico Eclesiástico – séculos XVIII a XX e o acervo de partituras dos séculos XVIII e XIX, da música sacra colonial mineira.
Parte do acervo é disponibilizado para a exposição permanente do museu e aberto ao público, não só para visitação, mas também para investigação histórica e científica.
As novas instalações do museu foram inauguradas no ano 2000 disponibilizando na Exposição Permanente, cerca de 400 objetos de arte sacra produzidos entre os séculos XVII e XIX. Compondo-se de alfaias, prataria, ourivesaria, mobiliário e imaginária, os objetos foram classificados e apresentados de forma temática e didática, possibilitando ao público compreender a produção artistica e histórica da sociedade colonial mineira nos periodos estilísiticos do Barroco, Rococó e Neoclássico.
Na Sala do Tesouro o acervo está distribuído em oito vitrines temáticas (Objetos Litúrgicos, A Prata em Minas Gerais, Varas Processionais, Atributos e Adornos, Culto a Nossa Senhora do Pilar, O Aleijadinho, Triunfo Eucarístico e Quaresma e Semana Santa), nos corredores da exposição sobre Pintura Religiosa, na Sala da Sacristia o Mobilário e, ainda, a visita integrada na Igreja Matriz do Pilar. Para 2012 está em fase de estudo, uma revisão completa de toda exposição e de seus recursos museográficos assim como também a implantação da Sala da Imaginária na Sala do Consistório.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Grafite e sua Historia
O grafite surgiu na década de 1970, em Nova York, nos Estados Unidos.
É um tipo de arte praticada, principalmente, por jovens que costumam escrever nas paredes da cidade. O grafite chegou ao final dos anos de 1970, em São Paulo. Os brasileiros desenvolveram um estilo próprio, hoje reconhecido entre os melhores do mundo. Existe muita polêmica sobre o assunto. Muitos grafites têm boa qualidade artística e são até mesmos encomendados. Outros não passam de vandalismo e poluição visual. O instrumento que eles utilizam é o spray em lata, que é a tinta mais usada pelos grafiteiros. Mas outros materiais, como o látex aplicado sobre máscaras vazadas que delimitam a região a ser pintada, também são usados.O instrumento que eles utilizam é o spray em lata, que é a tinta mais usada pelos grafiteiros. Mas outros materiais, como o látex aplicado sobre máscaras vazadas que delimitam a região a ser pintada, também são usados.
As primeiras expressões apareceram nos muros de Paris em maio de 1968, com a revolução contracultural. O grafite está ligado a movimentos como o hip hop.
É um tipo de arte praticada, principalmente, por jovens que costumam escrever nas paredes da cidade. O grafite chegou ao final dos anos de 1970, em São Paulo. Os brasileiros desenvolveram um estilo próprio, hoje reconhecido entre os melhores do mundo. Existe muita polêmica sobre o assunto. Muitos grafites têm boa qualidade artística e são até mesmos encomendados. Outros não passam de vandalismo e poluição visual. O instrumento que eles utilizam é o spray em lata, que é a tinta mais usada pelos grafiteiros. Mas outros materiais, como o látex aplicado sobre máscaras vazadas que delimitam a região a ser pintada, também são usados.O instrumento que eles utilizam é o spray em lata, que é a tinta mais usada pelos grafiteiros. Mas outros materiais, como o látex aplicado sobre máscaras vazadas que delimitam a região a ser pintada, também são usados.
As primeiras expressões apareceram nos muros de Paris em maio de 1968, com a revolução contracultural. O grafite está ligado a movimentos como o hip hop.
Síria comemora acordo entre Rússia-EUA permitiu evitar guerra
Damasco comemorou neste domingo o acordo entre Estados Unidos e Rússia para desmantelar o arsenal químico sírio, afirmando que ele "permitiu evitar a guerra" e representa "uma vitória" para a Síria.
A oposição síria, por sua vez, pediu para que o regime de Bashar al-Assad também seja proibido de usar mísseis balísticos e aviões em zonas urbanas.
Rússia e Estados Unidos chegaram, neste sábado, a um acordo para desmantelar o arsenal químico que obriga Damasco a apresentar uma lista de suas armas no prazo de uma semana, e prevê uma resolução da ONU, com a possibilidade de recorrer à força caso o regime descumpra o combinado.
O acordo foi acolhido favoravelmente, salvo pela oposição síria. Turquia e Israel se mostraram céticos.
"Nós saudamos este acordo. Por um lado, ajuda os sírios a sair da crise e, por outro, permitiu evitar a guerra contra a Síria ao deixar sem argumentos quem queria desencadeá-la", disse o ministro sírio da Reconciliação, Ali Haidar, à agência estatal russa Ria Novosti.
O acordo diminui a possibilidade de uma intervenção militar dos Estados Unidos em represália ao ataque químico de 21 de agosto, que deixou centenas de mortos e que Washington atribui ao regime.
"Este acordo foi possível graças à diplomacia e ao governo russo, é uma vitória para a Síria graças aos nossos amigos russos", disse Haidar.
A China também recebeu favoravelmente o acordo. "A China comemora o acordo marco alcançado pelos Estados Unidos e pela Rússia", declarou neste domingo o ministro chinês das Relações Exteriores, Wang Yi, durante reunião em Pequim com seu colega francês, Laurent Fabius.
Há mais de dois anos a China, junto à Rússia, vem usando seu poder de veto no Conselho de Segurança da ONU para se opor às iniciativas de pressão das três potências ocidentais (Estados Unidos, França e Grã-Bretanha) ao regime de Assad.
Norte-americanos e russos esperam que este processo culmine num acordo mais amplo para colocar fim à guerra civil que já matou mais de 110.000 pessoas desde março de 2011.
Kerry e Lavrov marcaram uma nova reunião que ocorrerá "em Nova York em por volta de 28 de setembro", coincidindo com a Assembleia Geral da ONU, para decidir uma data para a conferência de paz na Síria.
terça-feira, 17 de setembro de 2013

ARTES_ A história do grafite
O grafite é uma forma de manifestação artística em espaços públicos. A definição mais popular diz que o grafite é um tipo de inscrição feita em paredes. Existem relatos e vestígios dessa arte, deixado pelo homem através dos tempos em sua passagem, a manifestação mais antiga, foram os desenhos feitos nas paredes das cavernas. Aquelas pinturas rupestres são os primeiros exemplos de grafite que encontramos na história da arte. Elas representam animais, caçadores e símbolos muito dos quais, ainda hoje, são enigmas para os arqueólogos, mas que de fato são significantes aos seres daquele contexto, como uma forma de expressão ou talvez transcrição do momento histórico.
O mais importante é que essa arte possuía uma forma de linguagem simbólica própria e de comunicação com os demais , assim como é hoje em dia. Nessa época os materiais utilizados eram terras de diferentes tonalidades, sucos de plantas, ossos fossilizados ou calcinados, misturados com água e gordura de animais.
Seu aparecimento na idade contemporânea se deu na década de 1970, na cidade de Nova Iorque, Estados Unidos. Alguns jovens começaram a deixar suas marcas nas paredes das cidade e depois essas “marcas” foram aperfeiçoadas com novas técnicas e desenhos surgindo assim o termo “grafite” para dominar essa nova parte do movimento do Hip Hop que foi o que incentivo o inicio desse tipo de arte.
O grafite está ligado diretamente a vários movimentos, em especial ao Hip Hop. Para esse movimento, o grafite é a forma de expressar toda a opressão que a humanidade vive, principalmente os menos favorecidos, ou seja, o grafite reflete a realidade das ruas.
O grafite foi introduzido no Brasil no final da década de 1970, em São Paulo. Os brasileiros não se contentaram com o grafite norte-americano, então começaram a incrementar a arte com um toque brasileiro. O estilo do grafite brasileiro é reconhecido entre os melhores de todo o mundo.
Muitas polêmicas giram em torno desse movimento artístico, pois de um lado o grafite é desempenhado como qualidade artística, e do outro não passa de poluição visual e vandalismo. A pichação é caracterizado pelo ato de escrever em muros, edifícios, monumentos e vias públicas dando a impressão de poluição em nossa cidade, ao contrario do grafite que é uma pintura com uma elaboração mais complexa com mais cores, técnicas e desenhos e nos transmitindo assim informações e opiniões através de uma pintura. No entanto, muitos grafiteiros respeitáveis, autores de importantes trabalhos em várias paredes do mundo admitem ter um passado de pichador.
Referência bibliográfica: http://artimpacto.wordpress.com/a-historia-do-grafite/
quinta-feira, 5 de setembro de 2013
Conflito na Síria

O conflito na Síria continua causando sofrimento humano e destruição imensuráveis. Dados compilados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) indicam que 100 mil pessoas foram mortas desde março de 2011, quando começou o levante contra o presidente Bashar al-Assad.
A estimativa é que 6,8 milhões de pessoas necessitem de assistência humanitária urgente – incluindo 3,1 milhões de crianças. Desse total, 4,25 milhões são deslocados internos. Até 1º de julho, já havia mais de 1,7 milhão de refugiados sírios nos países vizinhos e Norte da África.
Cerca de 1,2 milhão de famílias tiveram suas casas atingidas de acordo com a Comissão Econômica e Social para a Ásia Ocidental (ESCWA). Cerca de 400 mil delas foram completamente destruídas, 300 mil parcialmente destruídas e 500 mil sofreram danos de infraestrutura.
O conflito na Síria continua causando sofrimento humano e destruição imensuráveis. Dados compilados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) indicam que 100 mil pessoas foram mortas desde março de 2011, quando começou o levante contra o presidente Bashar al-Assad.
A estimativa é que 6,8 milhões de pessoas necessitem de assistência humanitária urgente – incluindo 3,1 milhões de crianças. Desse total, 4,25 milhões são deslocados internos. Até 1º de julho, já havia mais de 1,7 milhão de refugiados sírios nos países vizinhos e Norte da África.
Cerca de 1,2 milhão de famílias tiveram suas casas atingidas de acordo com a Comissão Econômica e Social para a Ásia Ocidental (ESCWA). Cerca de 400 mil delas foram completamente destruídas, 300 mil parcialmente destruídas e 500 mil sofreram danos de infraestrutura.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Aproveite o horário estendido de funcionamento dos espaços do Circuito Cultural Praça da Liberdade.
Às quintas-feiras, moradores e turistas que passeiam por Belo Horizonte têm acesso, durante a noite, aos museus e espaços do Circuito Cultural Praça da Liberdade. O horário diferenciado visa atender àqueles que não têm disponibilidade para visitar os locais durante o dia. Entre as opções de lazer com horário estendido estão o Centro de Arte Popular Cemig, o Espaço TIM UFMG do Conhecimento, o Memorial Minas Gerais Vale, o Museu das Minas e do Metal, e o Museu Mineiro. Aqueles que chegam mais cedo à praça ainda encontram outras opções de museus e espaços abertos à visitação. É o caso do Arquivo Público Mineiro, da Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa e do Palácio da Liberdade.
A maioria dos museus e espaços que integram o Circuito Cultural Praça da Liberdade têm acesso gratuito. Exceção apenas para o Museu das Minas e do Metal – mas que abre gratuitamente às quintas-feiras; e o Espaço TIM UFMG do Conhecimento, que cobra taxa simbólica apenas para visitas ao Planetário, sendo gratuito o acesso às outras dependências.
O Circuito Cultural Praça da Liberdade é uma mistura de tradição e modernidade. “Os visitantes têm acesso a informações históricas em salas interativas, com recursos audiovisuais que possibilitam o aprendizado de forma lúdica. E além de terem livre acesso às dependências, os interessados podem agendar visitas guiadas, quando os instrutores de cada museu/espaço apresentam curiosidades e informações que enriquecem as visitas. É uma ótima oportunidade para fazer um passeio diferente com a família”, destaca a gerente do complexo, Cristiana Kumaira.
CONFIRA ABAIXO OS DIAS E HORÁRIOS DE FUNCIONAMENTO DE CADA ESPAÇO:
Arquivo Público Mineiro
De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
De segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.
Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa
- Coleções especiais e Hemeroteca: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
- Braille e Infanto-Juvenil: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h e, aos sábados, das 8h às 12h.
- Empréstimo, Referência e Estudos e Periódicos: de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h e, aos sábados, das 8h às 13h.
- Coleções especiais e Hemeroteca: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.
- Braille e Infanto-Juvenil: de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h e, aos sábados, das 8h às 12h.
- Empréstimo, Referência e Estudos e Periódicos: de segunda a sexta-feira, das 8h às 20h e, aos sábados, das 8h às 13h.
Centro de Arte Popular Cemig
- Às terças, quartas e sextas-feiras, das 10h às 19h.
- Quinta-feira, das 12h às 21h e, aos sábados e domingos, das 12h às 19h.
Entrada gratuita.
- Às terças, quartas e sextas-feiras, das 10h às 19h.
- Quinta-feira, das 12h às 21h e, aos sábados e domingos, das 12h às 19h.
Entrada gratuita.
Espaço TIM UFMG do Conhecimento
De terça a domingo, das 10h às 17h. Toda quinta-feira, horário estendido das 10h às 21h.
Durante o mês de dezembro, a partir do dia 7, o Espaço amplia o horário de atendimento também às sextas e sábados, até às 21h.
Entrada gratuita.
Sessões de Planetário:
Terça a domingo: 13h, 14h*, 15h* e 16h.
Quinta: 13h, 14h*, 15h*, 16h, 18h, 19h, 20h.
*As sessões de 14h e 15h, de terça a sexta, são reservadas a grupos agendados.
Ingressos: R$ 6,00 a inteira e R$ 3,00 a meia entrada
De terça a domingo, das 10h às 17h. Toda quinta-feira, horário estendido das 10h às 21h.
Durante o mês de dezembro, a partir do dia 7, o Espaço amplia o horário de atendimento também às sextas e sábados, até às 21h.
Entrada gratuita.
Sessões de Planetário:
Terça a domingo: 13h, 14h*, 15h* e 16h.
Quinta: 13h, 14h*, 15h*, 16h, 18h, 19h, 20h.
*As sessões de 14h e 15h, de terça a sexta, são reservadas a grupos agendados.
Ingressos: R$ 6,00 a inteira e R$ 3,00 a meia entrada
Memorial Minas Gerais Vale
- Às terças, quartas, sextas e sábados: entrada das 10h às 17h30, com permanência até às 18h.
- Quintas: entrada das 10h às 21h30, com permanência até às 22h.
- Domingos: entrada das 10h às 13h30, com permanência até às 14h.
Para visitas guiadas de grupos e escolas é necessário o agendamento pelo telefone (31) 3343-7317.
Entrada é gratuita.
- Às terças, quartas, sextas e sábados: entrada das 10h às 17h30, com permanência até às 18h.
- Quintas: entrada das 10h às 21h30, com permanência até às 22h.
- Domingos: entrada das 10h às 13h30, com permanência até às 14h.
Para visitas guiadas de grupos e escolas é necessário o agendamento pelo telefone (31) 3343-7317.
Entrada é gratuita.
Museu das Minas e do Metal
De terça a domingo, das 12h às 18h. Toda quinta-feira, horário estendido das 12h às 22h.
Entrada R$ 6,00 inteira | R$ 3,00 meia.
Entrada gratuita às quintas-feiras.
De terça a domingo, das 12h às 18h. Toda quinta-feira, horário estendido das 12h às 22h.
Entrada R$ 6,00 inteira | R$ 3,00 meia.
Entrada gratuita às quintas-feiras.
Museu Mineiro
- Às terças, quartas e sextas-feiras, das 10h às 19h.
- Quinta-feira, das 12h às 21h e, aos sábados e domingos, das 12h às 19h.
Entrada gratuita.
- Às terças, quartas e sextas-feiras, das 10h às 19h.
- Quinta-feira, das 12h às 21h e, aos sábados e domingos, das 12h às 19h.
Entrada gratuita.
Palácio da Liberdade
Serviço: A partir de 04/08
Sábados, domingos e feriados: das 10h às 16h
Entrada permitida até uma hora antes do horário de encerramento.
Entrada permitida até uma hora antes do horário de encerramento.
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