terça-feira, 28 de agosto de 2012

Artes:
Crítica: O NOME DA ROSAEu sou um pouco suspeito para falar em Idade Média. Se já gosto de História, tal período é o meu predileto. Então fiquei maravilhado ao vê-lo bem retratado neste filme, o qual achei muito bom. Mas quando eu falo, provo. Então vamos aos fatos:
As qualidades do filme podem ser analisadas em dois aspectos:
- As qualidades cinematográficas: em primeiro lugar, ótima trama. Não se trata daqueles filmes de época que querem retratar um período e esquecem de que estão lidando com cinema. A história é empolgante e prende do início ao fim. Depois, ninguém acredita que o filme é de 1986, pois a fotografia é excelente, assim como a direção e a trilha sonora.
- As qualidades históricas: A reconstituição da época (século XIV) foi muito bem feita. Tudo o que se espera pode ser visto: os monges copistas, as iluminuras, os tributos que os servos eram obrigados a pagar, a arquitetura, os hábitos dos monges, o teocentrismo, a Inquisição em ação, o canto gregoriano. Enfim, nota dez para figurino e cenário. 


SINOPSE: “Em 1327 William de Baskerville (Sean Connery), um monge franciscano, e Adso von Melk (Christian Slater), um noviço que o acompanha, chegam a um remoto mosteiro no norte da Itália. William de Baskerville pretende participar de um conclave para decidir se a Igreja deve doar parte de suas riquezas, mas a atenção é desviada por vários assassinatos que acontecem no mosteiro. William de Baskerville começa a investigar o caso, que se mostra bastante intrincando, além dos mais religiosos acreditarem que é obra do Demônio. William de Baskerville não partilha desta opinião, mas antes que ele conclua as investigações Bernardo Gui (F. Murray Abraham), o Grão-Inquisidor, chega no local e está pronto para torturar qualquer suspeito de heresia que tenha cometido assassinatos em nome do Diabo. Considerando que ele não gosta de Baskerville, ele é inclinado a colocá-lo no topo da lista dos que são diabolicamente influenciados. Esta batalha, junto com uma guerra ideológica entre franciscanos e dominicanos, é travada enquanto o motivo dos assassinatos é lentamente solucionado.” 

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